O NATAL esta á porta e nesta época do ano todos os "homens de boa vontade" são de uma forma ou de outra valorizados pelas suas acções, mas para o comum dos POVOENSES as boas acções cada vez são mais raras e esta época que é de alegria e boa vontade torna-se nos dias que correm uma época de tristeza e desilusão.
No NATAL todos pedem os seus desejos ,uns ao PAI NATAL (os mais novos),outros ao DEUS da sua religião e ainda uns que não acreditando no PAI NATAL nem tendo uma religião renovam os votos de que o ano que vem seja melhor do que este 2009 que dentro de dias acaba!
Pois nesta mensagem nós vamos dar relevo a esses VOTOS PARA 2010 e pedir não sabendo muito bem a quem que no próximo ano :
Os POVOENSES sejam mais reivindicativos e participativos na vida social e politica da nossa POVOA DE LANHOSO, é preciso que o povo perceba que não se pode "esconder" e "calar" perante o que o rodeia, está na hora dos POVOENSES participarem mais na vida politica e associativa pois só assim esta terra onde nasceu a MARIA DA FONTE pode progredir .
Os Portugueses em geral tenham um pais onde a CORRUPÇÃO ,o COMPADRIO,os INTERESSES de ALGUNS não se sobreponham ao interesse de TODOS !
As condições de SAÚDE , JUSTIÇA ,EDUCAÇÃO,SEGURANÇA,TRABALHO sejam de facto uma prioridade para os que nos "GOVERNAM" sejam eles de qualquer cor politica.
As questões sociais que se vivem neste inicio de século sejam atendidas de uma forma rápida e eficaz para diminuir o sofrimento de tantos Portugueses e nomeadamente Povoenses que vivem em dificuldades por falta de emprego e condições de sobrevivência .
Por ultimo gostávamos de pedir um 2010 que fosse o ano em que o ser HUMANO perceba que para viver em PAZ e HARMONIA neste planeta que habitamos basta que o respeito impere entre nós e os seres que nele habitam .
FELIZ NATAL PARA TODOS !
Desde o passado dia 17
Há 6 anos
Por que razão não protesta o povo com mais veemência?
ResponderEliminarDesde logo porque meio século de fascismo inoculou no povo o medo de reagir, ensinou-lhe que o respeitinho é muito bonito, sobretudo ante doutores e engenheiros, mesmo que o respectivo curso tenha sido obtido na farinha amparo. Mas sobretudo porque as consciências de aluguer zelam para que nada mude.
Não concordo, em absoluto, com o comentário anterior. Trinta e cinco anos depois do 25 de Abril, acho que já não faz sentido vir argumentar com "quase meio século de ditadura". Mal estavamos se não tivessemos já passado essa fase. Grande parte dos actuais políticos nem sequer viveram "a sério" os tempos da ditadura. Continuamos a carpir mágoas do passado e não nos preocupamos em trabalhar o futuro.
ResponderEliminarNÃO REVEJO ESTE BLOGUE A RESPEITAR OS SEUS IDEAIS! ESTÁ A FUGIR À REGRA A QUE SE PROPUS... POIS AQUI O TEMA É NATAL E, NÃO O SALAZARISMO OU O 25 DE ABRIL?
ResponderEliminarfeliz Natal para toda a comunidade.
Senhor Zé do Mosteiro a não estar de acordo com a ideia de que os resquícios de “50 anos de ditadura “ são uma das causas para que o povo não PROTESTE, convenhamos então que as ditas consciências de aluguer tudo fazem em prol da doutrina dominante que nos apresenta apenas como solução para a actual situação política, económica e social, o aprofundamento do capitalismo e da exploração.
ResponderEliminarNa escola ensinam-nos (e querem-nos fazer crer) que determinadas correntes políticas e ideológicas tais como o Socialismo e o Comunismo são iguais, senão piores, ao nazi-fascismo. A televisão, os jornais, as rádios, os jogos de vídeo, tudo nos fere num determinado sentido de que a solução única é a dominante, que nem sequer vale a pena a contestação
Na minha perspectiva a “quietude”do povo em geral, é consequência da demagogia posta em prática por todo um sistema que um dia ruirá!
Natal fantasma
ResponderEliminarNatal, já não é o que era
Já lá foi o tempo de criança
Já lá foi o tempo de crença
Que “Eu” adorava na infância
Agora vivemos o fantasma do Natal
Aquele, que “Eu” não acredito
Passou a uma época Artificial
Para qualquer pequenito
Palavra Natal, para quê?
Se esta é uma realidade branca
Os adultos sabem porquê
Aquilo que sente uma criança
São tempos que lá foram
E o Natal ficou sem sentido
O povo está revoltado
E o Mundo está perdido
Hoje em dia, Natal funciona
Com o comércio das prendas
Os estabelecimentos abarrotam
Com tantas encomendas
No seio da família, então
Pouco ou nada funciona decerto
No Natal vai um p’ra cada lado
E as nossas casas, ficam um deserto
Na ceia de Natal, enfim
A abundância da luxúria é evidente
Poucos se lembram de ti e de mim
Muito menos do amigo ou familiar doente
Para uns há muita fartura
Que no fim muito sobra
Tomaram sobras, os mendigos
E os pobres por esse Mundo fora
Pão-de-ló no meu bloco - Escrevi
Bolo-rei também - Encomendei
Rabanadas bastante - Comi
Batata nem vê-las - Enjoei
Bacalhau bastante - Encheu
Couve penca pouco - Sobra
Polvo comi, comeste - Comeu
Cabrito era tanto que até deitei – Fora
E é a fartura e, o perímetro que escrevi, que, me fazem chegar a esta conclusão…